Se houver pressão de desempenho ou tensão relacional, o apoio psicológico ou sexual pode ser tão importante como a medicação. Parar de fumar, aumentar a atividade física, perder peso, moderar o álcool e melhorar o sono parecem medidas simples, mas podem ter impacto real. Ao mesmo tempo, costumam ajudar na tensão arterial, no açúcar no sangue e no humor. Se houver uma doença como diabetes ou hipertensão por trás, melhorar o controlo dessa condição pode aliviar o sintoma. Se a medicação parecer estar envolvida, o médico pode avaliar se existe uma alternativa mais adequada. Estas alterações não devem ser feitas sem orientação. Por isso, a disfunção erétil raramente se resolve com uma fórmula igual para todos.
A medicação também pode fazer parte do quadro. Alguns medicamentos para a tensão arterial, antidepressivos e antipsicóticos, por exemplo, podem afetar a ereção. Por isso, a medicação habitual não deve ser alterada por iniciativa própria. Qualquer possível ligação deve ser avaliada com um profissional de saúde. Por vezes, a disfunção erétil pode ser um dos primeiros sinais de que a saúde vascular merece mais atenção.
Como os vasos sanguíneos do pénis são pequenos, alterações no seu funcionamento podem causar sintomas antes de surgirem sinais noutros vasos maiores. A parte mais importante da avaliação é a conversa. O médico costuma perguntar quando começou o sintoma, se é constante ou variável, como está o desejo sexual, se existem ereções matinais, e se há doenças de base ou medicamentos em uso. Também podem ser abordados o estilo de vida, o sono, o estado emocional e a relação. Se necessário, a avaliação pode ser complementada com análises. Para uma pessoa, o essencial pode ser tratar melhor uma doença de base. Para outra, comprar viagra mujeres pode ser usar medicação adequada. Para outra ainda, reduzir a pressão e trabalhar o lado emocional.
| Componente | Efeito no corpo | Resultado final |
|---|---|---|
| Inibição da PDE5 | Aumento dos níveis de GMPc | Relaxamento do músculo liso |
| Relaxamento muscular | Dilatação das artérias do pénis | Aumento do fluxo sanguíneo |
| Estimulação sexual | Libertação de óxido nítrico | Ereção facilitada |
| Redução da degradação do GMPc | Manutenção da ereção | Melhoria da função erétil |
Quando se fala em tratamento medicamentoso, os fármacos mais conhecidos são os inibidores da PDE5.
| Fator | Início do efeito | Duração média | Recomendação |
|---|---|---|---|
| Tomar com o estômago vazio | 30 a 60 minutos | 4 a 5 horas | Evitar refeições pesadas |
| Tomar após refeição rica em gordura | 60 a 120 minutos | 3 a 4 horas | Reduzir ingestão de gordura |
| Dose padrão (50 mg) | 45 minutos | 4 horas | Ajustar conforme tolerância |
| Dose máxima (100 mg) | 30 minutos | 5 horas | Não exceder por dia |
| Dose mínima (25 mg) | 60 minutos | 3 a 4 horas | Para idosos ou sensíveis |
Estes medicamentos não provocam uma ereção automática. É necessária excitação sexual para que façam efeito.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Original | 100mg | 12 comprimidos | 72.54€ 69.09€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 270 + 8 comprimidos | 198.48€ 189.03€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 90 + 6 comprimidos | 170.79€ 162.66€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 30 + 5 saquetas | 115.76€ 110.25€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 180 + 10 comprimidos | 314.95€ 299.95€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 30 + 2 comprimidos | 72.32€ 68.88€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 360 + 10 comprimidos | 423.48€ 403.31€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 30 + 4 comprimidos | 54.26€ 51.68€ | |
| Viagra Original | 100mg | 4 comprimidos | 40.94€ 38.99€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 220 + 18 saquetas | 562.28€ 535.50€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 180 + 4 comprimidos | 337.30€ 321.24€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 270.47€ 257.59€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 10 comprimidos | 36.73€ 34.98€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 120 + 8 comprimidos | 204.80€ 195.05€ |
O que fazem é facilitar a ereção ao melhorar o fluxo de sangue para o pénis. Muitas pessoas falam de forma genérica em “medicamento para a ereção” ou “medicamento para a potência”, mas na prática existem várias opções.
A disfunção erétil também pode manifestar-se de forma variável: a ereção funciona sozinho, mas não com parceiro, ou o contrário. Essa variação não torna o sintoma menos real. Pelo contrário, pode ajudar a perceber se os fatores emocionais ou físicos têm mais peso na situação. Uma ereção depende de boa circulação sanguínea, do funcionamento coordenado do sistema nervoso e das hormonas, e também de um estado mental suficientemente tranquilo. Por isso, a disfunção erétil pode ter causas físicas, psicológicas ou uma combinação de ambas.
Entre os fatores físicos, destacam-se a diabetes, a hipertensão arterial, o colesterol elevado, as doenças cardiovasculares, o excesso de peso e o sedentarismo. Estes fatores podem comprometer o funcionamento dos vasos sanguíneos e dificultar a entrada de sangue no pénis. Défice de testosterona, alterações da tiroide, doenças neurológicas, cirurgias pélvicas e alguns traumatismos também podem influenciar. Stress prolongado, burnout, depressão, ansiedade, pressão de desempenho e conflitos na relação podem interferir com o relaxamento necessário para a ereção. Nestas situações, o problema pode tornar-se mais evidente precisamente quando existe maior desejo de que tudo corra bem. Nem todas são adequadas para todas as pessoas. A escolha depende do estado de saúde, das preferências, da duração de efeito pretendida e da segurança. Se os comprimidos não forem adequados ou não resultarem suficientemente bem, existem outras possibilidades. Em alguns casos, podem ser consideradas terapêuticas locais, como gel, medicação intrauretral ou tratamento injetável. O aconselhamento sexual, a terapia sexual ou a terapia de casal também podem ser partes importantes do tratamento, sobretudo quando existem vergonha, ansiedade ou dificuldades de comunicação.
A medicação tende a resultar melhor quando a forma de utilização é bem compreendida.
Algumas pessoas começam a evitar momentos íntimos por receio de falhar. Isso pode aumentar a distância no casal, mesmo quando o desejo de proximidade continua presente. Quando o problema se prolonga, pode surgir um ciclo difícil: o nervosismo enfraquece a ereção, a falha aumenta o nervosismo e a situação seguinte torna-se ainda mais difícil. Nestes casos, a medicação pode ajudar, mas nem sempre basta por si só. Também pode ser útil reduzir a pressão, conversar de forma segura e, se necessário, procurar apoio especializado.
Sempre que for possível, vale a pena falar sobre o tema com o parceiro ou parceira. A outra pessoa pode interpretar mal o que está a acontecer, por exemplo pensando que já não é desejada. Uma conversa calma pode reduzir mal-entendidos e ajudar a manter o problema como algo a resolver em conjunto. Se a disfunção erétil estiver claramente ligada a stress, pressão de desempenho ou tensão relacional, o aconselhamento sexual ou a terapia podem ser uma parte útil do tratamento. Em algumas pessoas, a disfunção erétil melhora bastante quando se reduzem os fatores de desgaste do dia preco viagra original 50 mg a dia. O momento da toma, o efeito das refeições, a necessidade de excitação sexual e as possíveis interações devem ser explicados com calma, para evitar desistir cedo de um tratamento que até poderia ajudar. Os medicamentos para a disfunção erétil levantam muitas dúvidas porque as diferenças nem sempre são óbvias. De forma geral, a principal diferença entre sildenafil e tadalafil está na duração do efeito. O sildenafil costuma atuar durante algumas horas, enquanto o tadalafil tem um efeito mais prolongado. Por isso, um pode ser mais adequado para situações mais planeadas, e o outro para um ritmo mais espontâneo.
Também existem diferenças nos efeitos secundários, embora vários sejam semelhantes. Os mais comuns incluem dor de cabeça, rubor facial, congestão nasal e sintomas digestivos. Com tadalafil, algumas pessoas também podem sentir dores musculares. Uma questão de segurança muito importante diz respeito aos nitratos. Os medicamentos para a disfunção erétil não devem ser usados ao mesmo tempo que nitratos, como a nitroglicerina, porque essa combinação pode causar uma queda perigosa da tensão arterial. Se tiver doença cardíaca ou usar medicação para angina ou dor no peito, é indispensável avaliação médica antes de considerar este tipo de tratamento. O sildenafil é um dos medicamentos mais conhecidos para a disfunção erétil. Em geral, é usado quando necessário antes da atividade sexual.
O efeito costuma começar cerca de uma hora depois, e uma refeição pesada pode atrasar a ação.
| Medicamento | Início do efeito | Duração | Necessidade de jejum |
|---|---|---|---|
| Viagra (sildenafil) | 30-60 minutos | 4-5 horas | Sim (evitar gordura) |
| Cialis (tadalafil) | 30-45 minutos | 24-36 horas | Não |
| Levitra (vardenafil) | 25-60 minutos | 4-5 horas | Sim (evitar gordura) |
| Spedra (avanafil) | 15-30 minutos | 4-6 horas | Não |
Tal como os outros medicamentos deste grupo, o sildenafil precisa de excitação sexual para funcionar. Não substitui o desejo nem elimina, por si só, toda a pressão emocional, embora possa ajudar a resposta física. Pode ser uma boa opção quando a medicação é necessária de forma ocasional e não se pretende uma duração de efeito muito longa. Ainda assim, a adequação depende sempre do estado geral de saúde, dos outros medicamentos e da tolerância aos possíveis efeitos secundários. Viagra é uma marca conhecida cujo princípio ativo é o sildenafil.
Estas podem ajudar a avaliar, por exemplo, a glicemia, o colesterol e os níveis hormonais, incluindo testosterona. Nalguns casos, também pode ser importante avaliar com mais atenção a saúde cardiovascular. Para muitas pessoas, é um alívio perceber que não precisam de chegar à consulta com uma explicação pronta. Basta descrever, pelas suas palavras, aquilo que tem notado. A disfunção erétil é um sintoma frequente e faz parte da prática clínica habitual.
Muitas vezes, a situação pode ser avaliada suficientemente logo no primeiro contacto para se perceberem os próximos passos. Em alguns casos, uma conversa tranquilizadora e orientações iniciais já ajudam bastante. Noutros, são precisos exames, seguimento ou avaliação mais aprofundada. A disfunção erétil não afeta apenas o corpo. Muitas vezes, também mexe com os pensamentos, a autoestima e a relação. Existem também medicamentos genéricos com o mesmo princípio ativo. Na prática, o efeito base é o mesmo, embora possam variar o aspeto, o preço e a embalagem. Por isso, numa avaliação médica, a questão principal não é tanto “quero Viagra”, mas sim se o sildenafil é apropriado para aquela pessoa e em que dose. O tadalafil distingue-se sobretudo pela duração de efeito mais longa. Em algumas pessoas, o efeito pode prolongar-se por mais de um dia, o que pode tornar a utilização mais flexível. Pode ser usado conforme necessário ou, em alguns casos e sob avaliação médica, em dose diária baixa. Um efeito mais longo não significa uma ereção contínua.
Dormir o suficiente, fazer exercício com regularidade, perder peso quando necessário e deixar de fumar não são detalhes secundários. Muitas vezes, fazem parte do próprio tratamento. Estas mudanças não costumam ter efeito imediato, mas podem influenciar de forma significativa tanto a ereção como a saúde global. O exercício ajuda a circulação, o sono favorece o equilíbrio do sistema nervoso e reduzir o álcool pode aliviar tanto o impacto físico como o psicológico. Observar o padrão do sintoma durante algum tempo também pode ser útil.
Reparar quando acontece, com que frequência e em que contexto ajuda o médico e torna a conversa mais concreta. Também é importante ter cautela com produtos vendidos online como soluções “naturais” ou de venda livre. Nesta área, a experimentação por conta própria pode ser dececionante e, em alguns casos, representar um risco para a saúde. O tratamento da disfunção erétil deve ser escolhido de acordo com a causa principal. Se o problema estiver ligado ao estilo de vida ou ao controlo insuficiente de uma doença de base, o benefício mais duradouro passa por corrigir esses fatores. Significa apenas que o organismo fica mais capaz de responder à excitação sexual durante mais tempo.