Vamos descobrir um pouco mais sobre eles. Daniel Atkinson, Líder Médico de Clínica Geral O FDA aprovou o Addyi, que foi rapidamente apelidado de ‘Viagra feminino’.
| Nome comercial | Princípio ativo | Mecanismo de ação | Ano de aprovação na UE |
|---|---|---|---|
| Addyi | Flibanserina | Modulador dos recetores de serotonina | 2015 |
| Vyleesi | Bremelanotida | Agonista dos recetores de melanocortina | 2019 |
| Intrinsa | Testosterona transdérmica | Terapia hormonal de reposição | 2006 |
Mas ao contrário do Viagra, o Addyi (flibanserin) serve para tratar a diminuição da libido nas mulheres. Uma verdadeira pílula feminina de Viagra deveria tentar tornar o sexo mais confortável fisicamente para as mulheres . E tem sido salientado que já existe uma solução bastante simples para isto – lubrificante. O Addyl foi originalmente desenvolvido como um antidepressivo.
O homem terá de sentir desejo sexual e para isso contribui em grande medida a participação do parceiro sexual. Para saber mais sobre a disfunção sexual no homem, clique aqui. A perda de desejo sexual nas mulheres pode ter uma causa biológica, que pode e deve ser tratada, mas a maior parte das vezes as dificuldades são causadas por outros motivos – as expectativas desfasadas em relação ao parceiro sexual, a falta de comunicação entre o casal, a perda de qualidade na relação, o acumular de preocupações durante o dia, a satisfação com o próprio corpo ou as crenças e mitos. O primeiro passo é descontrair e falar abertamente sobre os desejos e dificuldades – porque a mulher também tem direito a ter fantasias sexuais. Para um encontro sexual satisfatório aposte nos estímulos, como o ambiente envolvente ou os aromas, mas evite o consumo de bebidas alcoólicas que pode ter um efeito contrário.
Falem sobre a vossa vida sexual, as fantasias, as preferências e os desejos de cada um. Pensar em sexo é o melhor ‘afrodisíaco’ natural. Uma das principais causas para a diminuição do desejo sexual é a ausência de fantasias e experiências sexuais positivas”, disse Fernando Mesquita, psicólogo clínico e terapeuta sexual. A partilha entre o casal é fundamental para que a mulher possa ter mais desejo sexual, até mesmo a partilha das tarefas domésticas, para que a mulher tenha mais tempo livre para relaxar, porque o desejo da mulher depende da disponibilidade emocional, intelectual, erótica e física. Se os dois elementos do casal não conseguirem, sozinhos, resolver as dificuldades enfrentadas na vida íntima, podem sempre recorrer a um terapeuta sexual.
Para desconstruir alguns mitos sobre o desejo e satisfação sexual, aqui tem o link certo. Home Blog Disfunção Erétil Então afinal o que é o “Viagra feminino”? A resposta rápida aqui é: não, não existe Viagra para mulheres. No entanto, a menção da frase "Viagra feminino" refere-se existe viagra mulher normalmente ao tratamento de disfunções sexuais femininas. Contudo, pode ser um termo bastante amplo. Tem como alvo os neurotransmissores no seu cérebro. Aumenta os níveis de dopamina e norepinefrina que estão ligadas à excitação e diminui os níveis de serotonina que estão ligados à inibição.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Professional | 100mg | 60 + 2 comprimidos | 146.74€ 139.75€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 180 + 8 comprimidos | 158.82€ 151.26€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 60 + 4 comprimidos | 83.93€ 79.93€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 120 + 6 comprimidos | 129.64€ 123.47€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 120 + 16 comprimidos | 198.37€ 188.92€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 20 comprimidos | 45.58€ 43.41€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 30 + 6 comprimidos | 64.09€ 61.04€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 10 saquetas | 46.36€ 44.15€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 60 + 4 comprimidos | 71.99€ 68.56€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 180 + 10 comprimidos | 314.95€ 299.95€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 419.95€ 399.95€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 90 + 8 saquetas | 258.02€ 245.73€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 180 + 10 comprimidos | 277.56€ 264.34€ | |
| Viagra Original | 100mg | 76 + 4 comprimidos | 306.59€ 291.99€ |
Portanto, embora o Addyi possa ser chamado de “Viagra feminino”, não funciona de todo como o Viagra masculino. O Viagra só está autorizado para uso em homens e não é aprovado como nome viagra feminino medicamento para mulheres.
Uma vez que o Viagra aumenta o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais, existem teorias que este poderia aumentar o prazer das mulheres durante o ato sexual.
| Critério DSM-5 | Descrição | Duração mínima exigida | Exemplo clínico |
|---|---|---|---|
| Ausência ou redução do desejo | Falta de interesse em atividade sexual ou fantasias | 6 meses | Paciente refere nunca pensar em sexo |
| Sofrimento significativo | Mal-estar pessoal ou interpessoal associado | 6 meses | Conflito conjugal por falta de intimidade |
| Exclusão de outras causas | Não é explicado por outra condição médica ou substância | Não aplicável | Descartar depressão grave ou efeito de fármaco |
No entanto, estudos que analisaram o impacto do Viagra na disfunção sexual feminina, não produziram resultados consistentes nem promissores .
A introdução do Viagra, o comprimido azul para tratar a disfunção viagra masculino 100 mg erétil masculina, trouxe a solução para os problemas de disfunção sexual de muitos homens. E desde aí que se procura um equivalente para as mulheres. Mas o problema nas mulheres não é equivalente ao dos homens. O efeito do sildenafil (o composto do Viagra e de vários genéricos) é aumentar a irrigação sanguínea nos órgãos genitais. Também foi testado em mulheres, mas a melhoria da circulação sanguínea nos genitais não mostrou efeitos significativos no aumento do desejo sexual.
A médica Carla Rodrigues, que pertence ao Núcleo de Sexologia da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, referiu que alguns países da Europa já usaram testosterona com o objetivo de melhorar o desejo nas mulheres durante a menopausa, mas este tipo de utilização foi interrompida. Agora estão em estudo fármacos que combinam dois princípios ativos: testosterona e sildenafil ou testosterona e buspirona (antidepressivo). O Viagra masculino e outros medicamentos da mesma categoria têm um princípio ativo diferente, o sildenafil (agora também disponível nos medicamento genéricos). Mas este composto não serve para aumentar o desejo sexual nos homens. Serve para tratar a disfunção erétil quando esta é causada por motivos fisiológicos, como a irrigação insuficiente do pénis que provoca a falta de ereção ou uma ereção flácida.
Se a causa da falta de ereção no homem for psicológica – causada ora pelo mito de que o homem tem de estar sempre pronto, ora pelas exigências de um bom desempenho -, tanto o Viagra como outros medicamentos no mercado não terão qualquer efeito. Neste caso os especialistas recomendam terapia sexual. E mesmo quando a causa primária da disfunção erétil não é psicológica, este fator acaba por influenciar a vida sexual seja pela antecipação do fracasso ou pela diminuição da autoestima. O comprimido só permite que os mecanismos estejam prontos a funcionar”, disse o urologista Pepe Cardoso, presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia. Refira-se portanto que, mesmo para os homens que sofram de disfunção erétil, o Viagra e outros medicamentos não garantem uma ereção. Existem dois medicamentos nos Estados Unidos da América sujeitos a receita médica que normalmente são referidos como “Viagra feminino”: o Addyi (flibanserina) e o Vyleesi (bremelanotida). Contudo, estes medicamentos são fundamentalmente diferentes do Viagra em si.
Quando se receita o Viagra a um homem, ele ainda tem uma libido normal, ou seja, ele ainda quer ter relações sexuais. Apenas precisa de uma pequena ajuda com a mecânica física do sexo.
O Viagra feminino, em contrapartida, é um medicamento para a baixa libido. Portanto, visa aumentar o desejo sexual ao invés de tornar o sexo fisicamente possível. Poderá estar à procura de tratamento se lhe tiver sido diagnosticada uma desordem sexual feminina, ou baixa libido. O Addyi e o Vyleesi tratam um tipo específico de baixa libido denominado Desejo Sexual Hipoativo, ou DSH.
“A FDA esforça-se por proteger e promover a saúde das mulheres e estamos comprometidos em apoiar o desenvolvimento de tratamentos seguros e eficazes para a disfunção sexual feminina.” Os ensaios clínicos realizados pelo laboratório Sprout Pharmaceuticals, que incluíram 2.400 mulheres antes de entrarem na menopausa, mostraram que o número de eventos sexuais satisfatórios foi maiores nas mulheres que tomaram flibanserina do que nas que tomaram placebo (comprimido sem medicamento dado com fins sugestivos). Mas a diferença parece pequena: ao longo dos meses de tratamento, as mulheres que tomaram flibanserina tiveram mais 0,5 a 1 encontro sexual satisfatório por mês, contra 0,3 a 0,4 nas mulheres que tomaram placebo. O medicamento que só funcionou em oito a 13 por cento das mulheres, segundo o site Vox, foi classificado de “um afrodisíaco medíocre com efeitos secundários assustadores”, pela diretora do projeto PharmedOut da Universidade de Georgetown, Adriane Fugh-Berman, que estudou a campanha de marketing do flibanserina. No mesmo site lê-se que a farmacêutica não melhorou os resultados desde a recusa em 2013, mas lançou uma forte campanha para acusar a FDA se não se preocupar com a saúde sexual das mulheres. 5 reasons to be skeptical of the new "female Viagra" pic.twitter.com/8FuGiZPmYD A falta de desejo sexual feminino não depende exclusivamente de fatores biológicos, a maior parte são questões psicológicas, como as emoções e pensamentos, a baixa autoestima, as crenças sobre a sexualidade feminina, assim como a relação com o parceiro sexual e com os outros.
E em relação a estes fatores não há nada que um comprimido possa fazer. Os problemas biológicos surgem sobretudo na fase da peri-menopausa – quando se iniciam com os primeiros sinais de menopausa – e pós-menopausa, porque é neste período há alterações nas hormonas e no aparelho reprodutor feminino. Mas o medicamento já não é recomendado nesta fase da vida das mulheres. Nestes casos recorre-se ao tratamento hormonal de substituição. “Não se pode pensar que o desejo sexual se esgota em termos biológicos.
Pensar assim vai criar uma ilusão que pode resultar em desilusão”, disse Sandra Vilarinho, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. E mesmo que o medicamento potencie a libertação de determinadas hormonas, que podem favorecer o desejo sexual, só por si não é garantia para resolver o problema. As interações entre as hormonas e neutransmissores e as células do cérebro, assim como os efeitos que têm, são mais complexos do que os resultados demonstrados. A terapeuta sexual Sandra Vilarinho receia que se tome o comprimido com esperança de resolver a falta de desejo sexual, ignorando o tratamento de outros problemas como excesso de trabalho, depressão ou outras dificuldades na relação. Pode saber mais sobre a opinião de especialistas portuguesas em relação ao medicamento flibanserina (aqui) ou ver um parecer publicado na revista científica The Journal of the American Medical Association (aqui). Tanto o Addyi como o Vyleesi, só são aprovados para tratar o DSH em mulheres na pré-menopausa.
Enquanto todos já ouvimos falar da "pequena pílula azul" e de como trata a DE nos homens, o que dizer do Viagra para as mulheres? A curto prazo, vários medicamentos talvez tenham adoptado inadvertidamente o nome, porque tratam alguma forma de disfunção sexual feminina (DSF). Todavia, no Reino Unido não existem medicamentos licenciados para tratar a disfunção sexual feminina. Já nos Estados Unidos, a lista tem atualmente dois: Addyi e Vyleesi. Embora na realidade, funcionam de forma bastante diferente do Viagra. Uma vez que o Addyi foi aprovado primeiro, normalmente é o que as pessoas pensam quando ouvem o termo "Viagra feminino".